Eu só ia pegar minhas coisas no metrô.
Fui impecável. O cumprimentei como se fosse a primeira vez. Perguntou, então, se eu queria conversar. Concordei.
Algumas cervejas e já estávamos como deveríamos ser. Nós mesmos. Sem pisar em ovos. Apenas boas risadas e boa prosa.
Conversas sobre tudo e sobre nada. Por horas e horas... Sem compromisso algum, apenas com o compromisso de estarmos sendo sinceros com nós mesmos.
E eu deixei um pouco quem eu sou de verdade: espontaneidade, bom humor, charme e um pouco de intelectualidade.
Prazer, me chamo J.
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