segunda-feira, 20 de novembro de 2017

WHAT YOU KNOOOOW

Dia 20.11.2017!
Estou pulaaando de felicidade por dentro! Sensação de dever cumprido! To muito feliz!
Depositei minha monografia, recebi elogios do meu orientador!
Hoje está sendo incrível, mesmo tendo greve de metrô e de ter perdido um ônibus e pegado um super lotado!

HOJE NADA VAI ESTRAGAR MEU DIA!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Como lidar com tantos nãos? É difícil recomeçar depois da primeira porta fechada, da quinta, da décima, da trigésima, então, nem se fale...

Vestido, batom, salto, ônibus, esperança, nervoso, provas, meias palavras, ônibus, silêncio....

Ao final desse ano vi que muitas pessoas passaram no concurso dos sonhos - algumas até em primeiro lugar -, outras foram empregadas, umas mais sortudas fizeram um intercâmbio, outras casaram-se. A vida caminha pra frente!
E eu?
O que foi que consegui este ano? (Além de uma gastrite nervosa, de mais alguns centímetros de coluna entortada e quilos - muitos - a mais?)

Ora, não posso ser mal agradecida! Conquistei minha OAB e fiz minha monografia de maneira muito suada e agradeço a Deus por concluir esta etapa!

Mas profissionalmente falando... o desemprego me espera no ano que vem, sei disso.
Não faço ideia de como será 2018, mas sinto que será o ano da resiliência, de plantio com lágrimas, sem dinheiro, sem emprego, estudando, estudando, aos prantos, estudando, sem cessar e com muita pressão - dentro de casa, inclusive.

Escrevo isso com lágrimas nos olhos, serei eu um fracasso? Fracassei na minha presidência, fracassei nos meus "pseudos" relacionamentos, fracassei incontáveis vezes em entrevistas de emprego, por que seria diferente a minha vida?
O futuro me assusta mais que eu imaginava. E ele ainda nem chegou. Winter is coming (e vai ser rígido).

domingo, 22 de outubro de 2017

Jamais deixe suas prioridades por alguém.
OAB.
Outback. Caneta. Papel. Conta a pagar.
Cervejas. Beijo.
Croissant de nutella. Café. Suor e Sexo. Mavra.
Ex. Desencontros. Passado presente.

Monografia. Estudar. Trabalhar.
Estudar. Estudar. Trabalhar.
Futuro.

FELICIDADE

Como é possível ir do céu ao inferno em segundos?
Eu já deveria estar acostumada a essa sensação de água fria na cara.
Não é a primeira vez e tenho a certeza que não será a última, afinal, estamos tratando da minha vida, desse ciclo sem fim de encontros e desencontros.

desencontros,
desencontros
desencontros

Estou me cansando.
Estou gritando
Estou chorando
Só por dentro.
eu juro que não vou externalizar minha fraqueza.

Mas temo que esses pontos me matem aos poucos por dentro.

É difícil ser feliz com alguém?
Essa fase não acaba nunca. Estou fadada a este destino.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Everything must go away - F.M

Setembro se foi e o amor não veio. Mais uma vez.
O que me visitou mais uma vez foi a vergonha que sinto de mim em cada volta que a vida dá com os "pseudo relacionamentos" que eu acho que tenho.
vergonha. nojo. raiva. tristeza.

A vida se supera.

Que a primavera permita que eu renasça e floresça por dentro, porque estou podre.

sábado, 30 de setembro de 2017

Sexta feira:

Passaporte, monografia, sozinha no estágio, monografia, Paul, chamada, risadas, amores. Me sinto viva ao não deixar morrer um sentimento que mora em mim, mas que adormece na maior parte do tempo.

Mais sextas, mais amores.
Se classifica em um concurso, corre, corre, nada, corre, chora, nada, desclassifica, estuda, estuda, OAB, estuda, chora, DPU, seriados, stalkeia velhos amores e descobre que estão todos felizes acompanhados do amor de quem merece, estuda, chora, estuda, estuda, escreve a mono, estuda, ficha  textos, se embebeda nas próprias lágrimas, estuda, 22, 32?, fios brancos, estuda, estuda, es tu?
Ano vai, ano vem,
continuo sem ninguém

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Conexão P.

Em viagem despretensiosa acompanhada de mim mesma, boas surpresas surgem. Mais uma vez.

Eu estava a procura daquilo que me faz sentir viva e que eu só encontro quando estou viajando sozinha. Talvez por estar distante daquilo que julgo ser a minha vida, talvez por ser o momento em que eu sou desafiada pelo desconhecido, pelo momento em que eu saio da minha zona de conforto, talvez por eu descobrir a minha própria essência estando comigo mesma e enxergando o mundo com as lentes que ele merece.

Por todas essas razões, eu me perco e me encontro várias vezes ao dia estando longe da minha realidade e, com isso, não gosto de desperdiçar esse tempo com outras pessoas. Egoísta talvez, mas é o meu melhor momento, na minha melhor fase.

Sem dar espaço para as pessoas que estavam ao meu redor, uma feliz coincidência: estava compartilhando quarto com um inglês belíssimo e muito educado. Ele se esforçava bastante tentando puxar papo comigo e me conhecer melhor. Eu, por vezes, seca e rude, respondendo somente o necessário, pois não queria desperdiçar meu tempo com mais ninguém, a não ser comigo mesma - o que já me tomava bastante tempo.

Mas ele não desistiu, mesmo após diversos convites rejeitados por mim. Resolvi dar uma chance e estar aberta a conhecê-lo também.

Lapa, caipirinhas e samba. 
Estive plena dançando até os pés doerem e retornarmos para nosso quarto às 5h40 embriagados.

Dia seguinte: juntos. Como se nos conhecêssemos há um bom tempo, química e física rolaram (pelo menos da minha parte). Carícias, mãos dadas, risadas. Nada mais que isso.
Momentos incríveis, com vistas inesquecíveis partilhamos juntos. 

Ipanema posto 11. 17h43. Cervejas, massagem e pôr do sol.
Combustão dentro de mim com o toque dos seus dedos no meu cabelo e com seus lábios no meu pescoço.

Preciso partir. E assim o fiz esperançosa com a promessa de uma visita.

Esperei acordada por esse dia, Até que ele chegou. E chegou trazendo sua bela risada e cabelos dourados pra debaixo dos meus dedos.

Uma tarde, canga, cafunés e pôr do sol.

Dia seguinte: nossa terceira viagem. Lua de mel.
Eu estava maravilhada com todos esses momentos que eu estava vivendo e compartilhando com ele.

Barracas, cachoeiras, pôr do sol.

Assim aconteceu o êxtase. Prazer intenso domina meu corpo e minha mente. Só quero sentir você dentro de mim. Só quero sentir. Só quero você. Você e seus dedos e língua e cabelos. Você, com toda sua paciência, carinho e proteção comigo. Você.

Saudade é amor. Te sigo esperando. Até o próximo pôr do sol.

Florescer

Eis que me sinto viva, plena e livre novamente.
Minha cabeça foi oxigenada por um ar de liberdade que me toma por completo agora.

Voltei do Rio de Janeiro. Mas me pergunto se eu voltei mesmo. Voltei outra T. J. Aquela versão passada e preocupada com o futuro incerto deixei pra trás.
Agora o futuro incerto me desafia e me instiga a procurar novos ares em outros cantos do mundo, pois, quando eu terminar a graduação este ano, eu não terei nada que me prenda aqui. Não terei um emprego aqui nem em qualquer outro lugar do mundo, então por que não recomeçar em um lugar que me faça realmente feliz? 

Cada vez que retorno de uma viagem sinto que a certeza de que eu não pertenço a esse lugar cresce mais forte dentro de mim e esse sentimento cria raízes mais fortes e estão germinando com uma velocidade muito rápida. Rego-as com amor, por isso sei que darão lindas flores. Então, florescerei.

sábado, 4 de março de 2017

Pseudo amores

Estou em uma fase que não sei bem descrever minha parte emocional.

Fiz alguns contatos depois do carnaval, mesmo tendo ficado só com uma pessoa (que eu poderia ter passado sem). Mas eu não quero nenhum destes. Sinto que é tudo muito superficial e carnal, afinal, foi carnaval. Estou bem sem isso.

J. Esse quer me conhecer melhor, parece. Estou tentando dar uma chance, mas to com preguiça de sair com alguém pra começar do zero. Começos e recomeços cansam.

G. Sei que sou invisível pra ele. Gostaria que ele também fosse pra mim. Mas não. Eu sempre falo que o ignorarei, mas sempre mando mensagem embriagada. Só queria que ele estivesse ali comigo no momento. Acho que é um amor platônico pra vida toda. Traste.

?. De você nem sei o nome. Fico nervosa só de estar no mesmo ambiente que o seu. Meus amigos não aguentam mais meu drama de falar de você o dia inteiro. Prometi que não mais o faria e que desistiria de você. Não sei se tem namorada, se o crush é recíproco ou se é gay. Idealizo bastante. Não mais o farei. Preciso me concentrar nos estudos e você me desconserta totalmente.

Sei que não é o melhor momento pra eu ter um relacionamento, preciso me dedicar em coisas mais relevantes. Mas confesso que sinto falta, às vezes, de poder partilhar momentos com alguém, ainda mais em um período em que eu sinto que vou surtar com todo o peso desse ano. Estou tentando fazer esse ano leve, mas a responsabilidade deixa o fardo pesado naturalmente. Ter alguém talvez ajudasse a sentir as coisas mais leves. Preciso. Ou seria mais uma falsa necessidade?
Sábado à noite, discussão com os pais, estou nostálgica com amizades, estou triste, invisível.
Só visualizam se eu tenho um diploma ou se sou concursada. Não conseguem ver além da minha carteira.
Eu sei que sou bem mais que isso, mas a força destes pensamentos ofuscam a minha verdadeira essência quase sempre.

Gostaria de poder partilhar essa dor e sensação de insegurança, mas estou invisível demais pra que alguém veja isso.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

11.11, às 11:02

Sabe a sensação de plenitude e calmaria? Não imaginei que eu as encontraria tão rápido novamente dentro de mim.

Focos sendo vistos com a lente certa, pensamentos no lugar.

Acho que o nome disso é paz.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

02.02.2014

E eu estou na minha,
perdida entre meus pensamentos,
perdida entre livros e entrelinhas
e linhas. e curvas
e suas curvas.
Entretanto, perdida entre tantos,
entre prantos,
entre copos e corpos
maços e amassos
perdida em mim mesma

E assim perdida... me encontrei.

G. - parte II

Eu só ia pegar minhas coisas no metrô.

Fui impecável. O cumprimentei como se fosse a primeira vez. Perguntou, então, se eu queria conversar. Concordei.

Algumas cervejas e já estávamos como deveríamos ser. Nós mesmos. Sem pisar em ovos. Apenas boas risadas e boa prosa.

Conversas sobre tudo e sobre nada. Por horas e horas... Sem compromisso algum, apenas com o compromisso de estarmos sendo sinceros com nós mesmos.

E eu deixei um pouco quem eu sou de verdade: espontaneidade, bom humor, charme e um pouco de intelectualidade.

Prazer, me chamo J.

G. - parte I

Eu idealizei a pessoa errada. Ou de forma errada. Por 13 longos anos (ou mais).

Mas não podia ser diferente (mas eu sei que podia, sempre pode ser diferente).
Eu estava na minha, no sertão, longe de tudo aqui, distante. E então eu me via aqui mais presente que em qualquer momento, estando perto de você, dos seus beijos e abraços.

Voltei e você estava longe. Mas também desejava estar por perto, ou ao menos parecia.

Eu estava ótima, me sentia querida e agora por alguém que realmente tinha os mesmos ideais e gostos que eu. Minha versão masculina perfeita.

Até que a minha impulsividade me traiu mais uma vez. Até que eu fui parar em sua cama. Até que me senti humilhada. Um lixo. Suja.

Suas palavras me cortaram profundamente. Na jugular.

Eu estava no chão, tentando juntar os pedaços que de mim sobraram pra me reconstruir. Recomeçar. Sem você.

Bomb

Eu sei, esse ano eu vou me formar. Ao menos, é a previsão.

Eu sei, eu não tenho um estágio, quiçá um emprego.
Eu sei, eu deveria estudar mais, me esforçar mais, dar mais valor aos estudos e às oportunidades que desperdicei, por puro devaneio.
Eu sei. Eu simplesmente sei, não preciso de alguém me lembrando disso. O tempo todo.
Eu sei, eu deveria reagir, mas estou desesperada demais. Estou em um ponto de aceitação, talvez.
Eu sei, desse jeito eu não vou ser ninguém.

Mas quem sou eu? Eu não sei quem sou, como saberei quem eu almejo ser?
A linha entre alguém e ninguém é muito tênue, me perdi ali no meio.

E o ano virou

2016 foi um ano diferenciado, no sentido mais positivo possível da palavra.

2017 chegou e eu estava na praia, ao som de O Rappa, com a brisa renovada batendo no rosto, com os pés descalços.

2017 chegou. Ganhei uma cesta em um sorteio. Boa sorte. Surpresa boa. Estou rodando o nordeste (e de graça).

- Voo problemático de volta
- Desilusão amorosa
- Plano de telefonia errado
- Morte de Teori
- Passagens recompradas
- Hospedagem duvidosa
- Curso adiado

E ainda é 23 de janeiro.
Aconteceu: comprei passagens para o Rio de Janeiro!